por Rebeca O. Santos da Hora
Rodrigo de Azevedo Santana Guimarães
Lidiane Nunes Cerqueira
Maria do Socorro Alves Sales
Células procariontes e eucariontes
No epitélio estratificado pavimentoso (da pele, por exemplo), as células possuem formas poliédricas, conferindo um grau de proximidade que desempenha proteção mecânica, bem como evitando a perda de água por desidratação, revestindo o organismo com muita eficácia.
No tecido muscular, a forma alongada e a estrutura das células contribuem com a capacidade de contração e distensão.
No tecido conjuntivo sanguíneo, os glóbulos vermelhos do sangue (as hemácias), com forma achatada e região central abaulada (bicôncava), proporcionam melhor transporte de gás oxigênio e distribuição aos diversos tecidos do organismo.
No tecido nervoso, as numerosas ramificações (dendritos e telodendros) das células nervosas realizam a recepção de estímulos e a transmissão de impulsos nervosos, muitas vezes com grande velocidade.
O formato do espermatozoide, constituído por uma cabeça, uma peça intermediária e uma cauda, permite sua maior mobilidade.
Todos os seres vivos são constituídos de células. Cada um de nós tem cerca de 50 milhões de milhões de células – um número enorme que é difícil de imaginar. As células são os blocos de construção básicos de todos os seres vivos. O corpo humano é composto de trilhões de células. Eles fornecem a estrutura para o corpo, levar em nutrientes dos alimentos, converter os nutrientes em energia, e executar funções especializadas. As células também contêm material hereditário do corpo e pode fazer cópias de si mesmos.
As células têm muitas partes, cada uma com uma função diferente. Algumas dessas peças, chamadas organelas, são estruturas especializadas que realizam determinadas tarefas dentro da célula. As células humanas contêm as seguintes partes principais, listados em ordem alfabética:
- O citoplasma
Dentro das células, o citoplasma é constituído por um fluido gelatinoso (chamado o citosol) e de outras estruturas que rodeiam o núcleo.
- Citoesqueleto
O citoesqueleto é uma rede de fibras longas que formam quadro estrutural da célula. O citoesqueleto tem várias funções críticas, incluindo determinar a forma da célula, que participam na divisão celular, e permitindo que as células se movam. Ele também fornece um sistema de pista, como que dirige o movimento de organelas e outras substâncias no interior das células.
- Retículo endoplasmático (RE)
Esta organela ajuda moléculas do processo criado pela célula. O retículo endoplasmático também transporta essas moléculas para os seus destinos específicos, dentro ou fora da célula.
- Aparelho de Golgi
O aparelho de Golgi empacota moléculas processados pelo retículo endoplasmático para ser transportado para fora da célula.
- Os lisossomos e peroxissomos
Estas organelas são o centro de reciclagem da célula. Eles digerir bactérias estranhas que invadem a célula, a célula livrar de substâncias tóxicas, e reciclar componentes celulares desgastados.
- As mitocôndrias
As mitocôndrias são organelas complexas que convertem a energia do alimento em uma forma que a célula pode usar. Eles têm seu próprio material genético, separado do DNA no núcleo, e pode fazer cópias de si mesmos.
- Núcleo
O núcleo serve como centro de comando da célula, o envio de indicações para a célula a crescer, amadurecer, dividir, ou morrer. Abriga também o DNA (ácido desoxirribonucléico), material hereditário da célula. O núcleo é rodeado por uma membrana chamado o envelope nuclear, que protege o ADN e separa o núcleo a partir do resto da célula.
- Membrana plasmática
A membrana plasmática é o revestimento exterior da célula. Ele separa a célula do seu meio ambiente e permite que os materiais para entrar e sair da célula.
- Os ribossomos
Os ribossomos são organelas que processam instruções genéticas da célula para criar proteínas. Estas organelas pode flutuar livremente no citoplasma ou ser ligados ao retículo endoplasmático.
Célula Procarionte
As células procarióticas são caracterizadas pela pobreza de membranas. Ao contrário dos eucariontes, não possuem uma membrana (também conhecida como carioteca) envolvendo o material genético.Os seres vivos que são constituídos por essas células são denominados procariotas ou procariontes, compreendendo principalmente as bactérias e algumas algas (cianofíceas e algas azuis).
Na célula procarionte a estrutura é qualquer componente celular. Já a função é o papel desempenhado por cada uma das estruturas que constituem a célula.Por sua simplicidade estrutural e rapidez na multiplicação, a célula Escherichia coli é a célula procarionte mais bem estudada, não possuem núcleo e o prefixo pro, significa anterior e karyon provém do grego noz ou amêndoa, que é semelhante à forma que um núcleo apresenta numa célula.
Na célula procarionte a estrutura é qualquer componente celular. Já a função é o papel desempenhado por cada uma das estruturas que constituem a célula.Por sua simplicidade estrutural e rapidez na multiplicação, a célula Escherichia coli é a célula procarionte mais bem estudada, não possuem núcleo e o prefixo pro, significa anterior e karyon provém do grego noz ou amêndoa, que é semelhante à forma que um núcleo apresenta numa célula.
As células procarióticas são relativamente simples (comparativamente às eucarióticas) e são as que se encontram nas bactérias e cianófitas (“algas” azuis ou cianobactérias). São organismos unicelulares constituídos por uma só célula.
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A célula procarionte é constituída de :
- Parede Celular
Estrutura localizada no exterior da membrana celular. Confere rigidez e determina a forma da célula. Protege e controla as trocas de substâncias com o meio ambiente.
- Membrana Celular
Camada lipoproteica que separa o conteúdo citoplasmático do meio em que ela se encontra e controla as trocas de substâncias com o meio ambiente.
- Ribossomos
Pequenas unidades livres no citoplasma, responsáveis pela síntese proteica da célula.
- Cápsula
Estrutura mucosa, composta principalmente por polissacarídeos. Favorece a adesão às superfícies, impede a desidratação e dá proteção à célula.
- Nucleóide
Também chamado de cromatina, é a região da célula onde se localiza o material genético (DNA). Na célula procarionte não é envolvido por membrana.
- Plasmídeo
São moléculas circulares duplas de DNA capazes de se reproduzir independentemente do DNA cromossômico. Armazenam pequenas quantidades de material genético.
- Citoplasma
Espaço correspondente a totalidade da área intracelular. Tem papel estrutural, mantendo a consistência e a forma da célula. Armazena substâncias químicas indispensáveis à vida celular.
- Flagelo
Filamento oco que favorece a locomoção celular.
- Cílio
Estruturas semelhantes ao flagelo, porém numerosas e curtas, que favorecem a locomoção celular.
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VÍBRIO CHOLERAE
Morfologia e Tipo de agrupamento
Tamanho: Curvas de 1.5-2 m de largura e 0.5mm altura; dispõem de um único flagelo.
Pertence à família : Vibrionacea e são gram negativas.
Classificação Científica
Reino: Bactéria
Filo: Proteobacteria
Classe: Grama Proteobacteria,
Ordem: Vibrionalis
Família: Vibrionacea
Gênero: Víbrio
Espécie: Vibrio Cholerae
ETIOLOGIA
O agente etiológico da cólera é o Vibrio cholerae O1 toxigênico ou O139, bacilo gram-negativo, com flagelo polar, aeróbio ou anaeróbio facultativo, isolado por Koch no Egito e na Índia, em 1884, inicialmente denominado de Kommabazilus (bacilo em forma de vírgula).
Existem dois biotipos de Vibrio cholerae O1: o clássico, descrito por Koch, e o El Tor, isolado por Gotschlich em 1906, de peregrinos procedentes de Meca, examinados na estação de quarentena de El Tor, no Egito.
Ambos os biotipos são indistinguíveis bioquímica e antigenicamente; de igual forma, enquadram-se na espécie Vibrio cholerae e integram o sorogrupo O1, que apresenta três sorotipos, denominados Ogawa, Inaba e Hikojima.
O biotipo El Tor somente foi associado a episódios graves da doença e aceito como agente etiológico em 1961, exatamente no início da 7ª pandemia.
O biotipo El Tor é menos patogênico que o biotipo clássico e causa, com mais frequência, infecções assintomáticas e leves. A relação entre o número de doentes e o de portadores com o biotipo clássico é de 1:2 a 1:4; com o biotipo El Tor, a relação é de 1:20 a 1:100. Outro fator que favorece a disseminação do biotipo El Tor é a maior resistência deste às condições externas, que o permite sobreviver por mais tempo do que o biotipo clássico no meio ambiente.
Células Eucariontes
As células eucariontes ou eucarióticas, são mais complexas que as procariontes. Possuem membrana nuclear individualizada e vários tipos de organelas. A maioria dos animais e plantas a que estamos habituados são dotados deste tipo de células. É altamente provável que estas células tenham surgido por um processo de aperfeiçoamento contínuo das células procariontes.
Não é possível avaliar com precisão quanto tempo a célula "primitiva" levou para sofrer aperfeiçoamentos na sua estrutura até originar o modelo que hoje se repete na imensa maioria das células, mas é provável que tenha demorado muitos milhões de anos.
Acredita-se que a célula "primitiva" tivesse sido bem pequena e para que sua fisiologia estivesse melhor adequada em relação ao tamanho e funcionamento era necessário que crescesse. Considera-se que a membrana da célula "primitiva" tenha emitido internamente prolongamentos ou invaginações da sua superfície, os quais se multiplicaram, adquiriram complexidade crescente, conglomeraram-se ao redor do bloco inicial até o ponto de formarem a intrincada malha do retículo endoplasmático. Dali ela teria sofrido outros processos de dobramentos e originou outras estruturas intracelulares como o complexo de Golgi, vacúolos, lisossomos e outras.
As células eucarióticas podem ser encontradas em seres unicelulares e pluricelulares. São células complexas que se encontram nos animais, plantas e fungos.
Quanto aos cloroplastos e mitocôndrias, atualmente há uma corrente de cientistas que acreditam que a melhor teoria que explica a existência destes orgânulos é a Teoria da Endossimbiose, segundo a qual um ser com uma célula maior possuía dentro de si uma célula menor mas com melhores características, fornecendo um refúgio à menor e esta a capacidade de fotossintetizar ou de sintetizar proteínas com interesse para a outra.
Os niveis de organização das Células Eucariotas
Neste grupo encontram-se:
Células Vegetais - com cloroplastos e com parede celular; normalmente, apenas um grande vacúolo central. Células Animais - sem cloroplastos e sem parede celular; vários pequenos vacúolos. Hepatócitos |
São células poligonais com aproximadamente 30μm
[μm = micrometro,
micrômetro ou micrômetro] de comprimento por 20μm de largura e se organizam
em placas que se anastomosam (se ligam ou se comunicam entre dois vasos ou canais quaisquer)
e formam unidades morfológicas chamadas de lóbulos hepáticos.
Estas placas são formadas por uma única camada de células que se orienta radialmente formando figuras poliédricas de cerca de 0,7 por 2mm de área. Em sua maioria estes lóbulos hepáticos possuem suas laterais intimamente associadas umas às outras, porém em determinadas regiões, entre os lóbulos, há a presença de tecido conjuntivo (tecido de conexão, composto de grande quantidade de matriz extracelular, células e fibras) e vasos sanguíneos. Estas regiões localizam-se nos vértices das figuras poliédricas e recebem o nome de espaço-porta. Cada espaço-porta é recoberto por uma capa de tecido conjuntivo e contém em seu interior uma arteríola, uma vênula, um ducto biliar, nervos e vasos linfáticos.
Estas placas são formadas por uma única camada de células que se orienta radialmente formando figuras poliédricas de cerca de 0,7 por 2mm de área. Em sua maioria estes lóbulos hepáticos possuem suas laterais intimamente associadas umas às outras, porém em determinadas regiões, entre os lóbulos, há a presença de tecido conjuntivo (tecido de conexão, composto de grande quantidade de matriz extracelular, células e fibras) e vasos sanguíneos. Estas regiões localizam-se nos vértices das figuras poliédricas e recebem o nome de espaço-porta. Cada espaço-porta é recoberto por uma capa de tecido conjuntivo e contém em seu interior uma arteríola, uma vênula, um ducto biliar, nervos e vasos linfáticos.
Entre cada placa formada pelos
hepatócitos há um espaço chamado espaço de Disse, onde é possível observar
capilares sinusoides (presença de intervalos
entre as células, ou seja, verifica-se uma camada descontínua). Além do
espaço de Disse, outra estrutura que fica entre os hepatócitos é o canalículo
biliar formado pelo contato entre dois hepatócitos adjacentes.
Graças a sua função de desintoxicação, os
hepatócitos possuem em seu interior uma grande quantidade de lisossomos e peroxissomos, além de complexo de Golgi bem
desenvolvido. Apresentam citoplasma granular
devido à presença de grumos basófilos que representam as mitocôndrias e
o retículo endoplasmático rugoso. Possui núcleo grande e central arredondado ou
oval, podendo haver um ou mais nucléolos. Uma curiosidade é que, cerca de 25%
dos hepatócitos são binucleados, ou seja, possuem dois núcleos.
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Existem algumas doenças que afetam os hepatócitos no fígado e entre elas está a Esteatose hepática, que se caracteriza como um distúrbio por consequência do acúmulo de gordura no interior das células, causando uma inflamação capaz de evoluir para quadros graves de hepatite gordurosa, cirrose
hepática e até câncer. Nesses casos, o fígado não só aumenta de tamanho, como
adquire um aspecto amarelado. O tratamento da Esteatose hepática está associado
a um estilo de vida saudável, alimentação balanceada e a prática de atividade
física.










Legal o Blog. Parabéns
ResponderExcluirObrigada!
ExcluirMuito boa apresentação das células e como elas se diferenciam a partir de suas funções. Os hepatócitos são incríveis com seu trabalho de proteção e purificação do organismo. Com sua capacidade regenerativa impressionante! Sua função de glândula endócrina e exócrina; sua capacidade de metabolizar e desintoxicar. Muito interessante como a quantidade de organelas varia conforme a função da célula.
ResponderExcluirNas células hepáticas são encontradas 2 mil mitocôndrias e 300 lisossomos.
https://www.infoescola.com/histologia/hepatocitos/
Incrível!
Parabéns pelo trabalho!
Maria Teodora Félix da Silva
Muito interessante a apresentação desse tema. Essa curiosidade de que 25% das células dos hepatócitos serem binucleadas. E devido a função de desintoxicação os hepatócitos tem maior quantidade de lisossomos e peroxissomos.
ResponderExcluirParabéns ao grupo, achei bem interessante como o conteúdo foi mostrado a introdução que descreve as células procariontes e as eucariontes. Os hepatócitos células com funções muito importantes no fígado como foi mostrado, interessante como o vibrio cholerae pode ser encontrado naturalmente em diversos ecossistemas.
ResponderExcluirOraidia Santiago Alves
Gostei bastante da apresentação do conteúdo, o desenvolvimento do mesmo ficou bem legal e bem explicado, iniciando com as organelas presentes nos tipos de células e posterior informações sobre as mesmas.
ResponderExcluirO que poderia ser melhorado é a organização do blog, há diferentes tipos de letras e tamanhos na mesma postagem. Uma formatação padrão.
E ainda em relação ao conteúdo, é de melhor visualização para o leitor pequenos parágrafos.
Virgínia Santana da Silva
A disposição do conteúdo seguiu uma forma bem linear muito interessante o que gera um aprendizado muito mais facil e didático!!!O uso de imagens facilita a explicação ,pois traz visibilidade a algo não facil de compreender .Parabens à equipe !
ResponderExcluirA disposição do conteúdo seguiu uma forma bem linear muito interessante o que gera um aprendizado muito mais facil e didático!!!O uso de imagens facilita a explicação ,pois traz visibilidade a algo não facil de compreender .Parabens à equipe !
ResponderExcluirFlavia Santos
Gostei bastante da apresentação, da organização do conteúdo. Descreveu de forma completa, utilizou imagens, mostrou as diferenças entre as células dos procariontes e dos eucariontes, suas organelas e funções.
ResponderExcluirINTERESSANTE SUA APRESENTAÇÃO, BEM DIDÁTICO SEU BLOG OS CONCEITOS ESTÃO CLARO. O USO DE IMAGENS AUXILIAM NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM PRINCIPALMENTE PRA INICIANTES.
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirBem esclarecedora as informações aqui contidas. Uma informação curiosa para todos é que, sabemos que a cólera geralmente surge em contextos que envolvem superlotação e acesso inadequado à água limpa, coleta de lixo e banheiros, então no texto contem informações de fácil entendimento, aqui está bem explicado sobre o agente causador desse mal que, em pleno seculo XXI, ainda existe esse tipo de problema.
ResponderExcluirNa questão envolvendo ensino e aprendizagem, sempre digo que não há fácil ou difícil. Tudo vai depender da didática adotada. O que é fácil pode se tornar extremamente difícil e vice-versa. Observando a distribuição dos tópicos do conteúdo, as explicações dadas para definir os conceitos, a sequência da concatenação das ideias, as ilustrações para elucidar as definições das terminologias, além de referenciar as fontes, tornaram a aprendizagem sobre as células e também sobre a cólera bastante acessível. Todo o conjunto organizacional adotado pela equipe foi fator crucial para possibilitar ao leitor sua compreensão! Parabéns, equipe! (Silvana Andrade)
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirMuito bom o blog
ResponderExcluirBem explicativo
Parabéns
Polo: Ilhéus
Apresentação bem apresentada e didática. Evidenciamos as células procariontes com suas estruturas celulares (organelas) e suas funções atá as peculiaridades das células hepáticas com sua extrema importância devido a sua significativa função no organismo. Apresentação do víbrio cholerae com sua morfologia, classificação e etiologia. Parabéns a equipe.
ResponderExcluirmuito bom o blog, a apresentação e diferenciação entre células eucariontes e procariontes bem esclarecedora
ResponderExcluirEquipe do blog está de parabéns pela forma da apresentação. Desconhecia que a cólera já contabilizou sete pandemias. Percebi que todas as figuras vêm acompanhadas da identificação da fonte.
ResponderExcluirDalgifranci
O conteúdo foi claro e disposto de forma organizada, ainda somado com imagens que ilustraram de forma correta cada tópico abordado.
ResponderExcluirUm pouquinho mais sobre a espécie V. cholerae, aqui trabalhada, a mesma se diferencia das demais espécies pertencentes ao seu respectivo gênero, graças a sua capacidade de produzir uma potente enterotoxina, na qual vem sendo estudada mediante a seu uso em potencia para vacinas; a estrutura do antígeno O, e pelas suas características metabólicas.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Vibrio_cholerae
Ps: Em relação aos nomes científicos, tomar cuidado na grafia dos mesmo, não se coloca acentos e o epíteto especifico sempre começa cm letra minuscula.
Parabéns ao grupo!!!!
Bem apresentado, dar para compreender as características celulares e suas diferenças. Acredito que, sobre o Vibrio cholerae, poderia ter citado um pouco mais, além da etiologia da doença. Mesmo não tendo surtos de Cólera no Brasil, a falta de infraestrutura e saneamento básico na maioria dos municípios brasileiros são fatores que favorecem a contaminação por microrganismos.
ResponderExcluirDentre os diversos assuntos vimos nesse blog as células eucariontes que recebem também o nome de eucélulas em que a maioria das plantas e animais são constituídos.O tema foi bem discorrido e a linguagem explicativa
ResponderExcluirmuito interessante o blog de voces, estao de parabéns mesmo. a introdução sobre as celulas procariontes e eucariontes nos faz ter uma percepção melhor sobre o assunto do grupo. muito interessante a descrição e explicação de cada organela presente nas celulas. senti falta da contextualização sobre a colera. é uma doença que ocorre pouco no Brasil, mas a nivel de mundo ela ainda causa danos. parabéns pela organização dos conteudos no blog
ResponderExcluirEstão de parabéns pela organização do blog.O tema proposto foi anunciado com muita clareza. Simone dos Santos
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
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